março 11, 2011

Os peixes doutores...

Um estudante de Medicina Chinesa trouxe para Braga uma terapia para tratar os pés e a pele.



Era capaz de pagar para ter centenas de peixinhos esfomeados a alimentarem-se do seu corpo? Então, sente-se confortavelmente, enfie os pés no aquário de água quente e aguarde, com paciência, que 250 pequeninos ‘peixes doutores’ lhe massagem os pés. A ictioterapia, um conceito novo em Portugal, mas que tem ganho cada vez mais espaço em toda a Europa, está a dar os primeiros passos em Braga. João Silva, 23 anos, importou a ideia de Espanha e abriu o Kangal Foot Spa, em Fraião, há três meses.
Duzentos e cinquenta peixinhos comem o que está a mais nos pés

"Vi esta técnica pela primeira vez em Espanha e decidi logo que tinha que trazer o tratamento para Braga", contou à Domingo João Silva, gerente do spa. Os peixes utilizados neste tratamento de beleza são os garra rufa, originários das águas quentes de Kangal, na Turquia, e que no spa estão dentro de um aquário, com a temperatura da água a rondar os 40 graus. Conhecidos também pela alcunha de ‘peixes doutores’, pelas suas potencialidades estéticas e terapêuticas para a pele, os peixinhos minúsculos estão a ser utilizados em spas para tratamentos cosméticos e como técnica de relaxamento.
O dono do estabelecimento diz que o tratamento é indicado para pessoas de todas as idades. "Incluindo até crianças. Tanto serve para tratar a psoríase como para relaxamento", acrescenta.
Para já, apenas é possível tratar os pés, mas o tanque para tratamento de mãos e braços, até aos cotovelos, já está instalado, à espera de receber os peixes. "A ideia é fornecer o tratamento mais completo possível", acrescentou o jovem estudante de Medicina Tradicional Chinesa.

SOZINHO NO TANQUE
Os clientes sentam-se num sofá com os pés mergulhados em água quente e os peixinhos fazem o seu trabalho, que passa, segundo João Silva, "por uma esfoliação selectiva, que remove apenas as células mortas, dando, em simultâneo, uma micromassagem, que activa a circulação e hidrata a pele". Além disto, e mais do que "tirar o que não interessa", durante a remoção das peles que estão a mais os peixinhos segregam ditranol, uma enzima que contém antralina e que, diz, "é um potente hidratante e rejuvenescedor da pele".
A sensação com que se fica, depois de meia hora de tratamento é de "leveza". Quem o garante é Susana Botelho, psicóloga, de 36 anos, uma das primeiras clientes e das mais assíduas do Kangal Foot Spa. "Nunca gostei das esfoliações feitas durante a pedicura, mas este tratamento não tem nada a ver isso, é completamente diferente", garante a psicóloga, adiantando que além do cuidado da pele, a ictioterapia é também uma "excelente forma de relaxar".

FUTEBOLISTAS
Entre os principais clientes estão futebolistas, que procuram esta técnica devido ao relaxamento que proporciona. "Entre os meus clientes há jogadores que dizem já não passar sem esta massagem, pois dá uma sensação de leveza fora do normal", sublinhou João Silva.
Para garantir a higiene no tratamento o tanque é utilizado por uma pessoa de cada vez; ou seja, em cada sessão o cliente estará sozinho e os seus pés entregues aos 250 peixes garra-rufa. A cada 25 minutos toda a água do aquário é filtrada através de um sistema de ultravioleta, evitando a proliferação de bactérias ou vírus, para garantir a qualidade da água.
O tratamento para simples esfoliação e relaxamento deve ser feito, pelo menos, meia hora por mês. Nos tratamentos da psoríase, o proprietário aconselha sessões de uma hora, que devem ser feitas com maior assiduidade.
No Kangal Foot Spa, em Braga, meia hora de massagens pelos garra-rufa custa cerca de 25 euros. Os preços variam no caso dos tratamentos de psoríase, podendo uma hora de mergulho custar 29 euros.



Fonte:Correi da Manhã online

março 08, 2011

Cuidado, mais um pato na água...

Pois é, aderi às modernices... ontem ao inicio da noite fiquei com as orelhas quentes da Mara :)
É um excelente acessório para fritar umas salsichas e uns ovos depois de uma sessão de pesca eheheheh
Gostava de saber se as medidas desta coisa parecida com umas botas... são de medida certa, já mais em tempo algum eu calço 47/48

março 07, 2011

Salvem as enguias

Isabel Domingos

Para os apreciadores, é iguaria rara e disputada. Em Março, quem percorre, pelo menos, a estradas do concelho de Salvaterra de Magos (distrito de Santarém) consegue encontrar enguias…

Mas é petisco controverso, quer nos aconchegue o prato ou o estômago: algum preconceito bíblico (os detractores gastronómicos dizem que são bichos semelhantes a cobras) e um grande risco de sobrevivência da espécie são ameaças. É a segunda, como é evidente, que preocupa fundamentalmente os cientistas.
A enguia é «uma espécie abandonada em Portugal», diz, sem rodeios, Isabel Domingos, do Instituto de Oceanografia da Faculdade de Ciências (FCUL). Além disso, continua a investigadora, «não se lhe dá a devida importância económica».
As ameaças que pairam sobre a espécie são variadas e podem conjugar-se. Mas as principais são a sobrepesca de meixão, a construção de barragens e açudes que lhes limitam a circulação e, ainda, o aparecimento de um parasita, um nemátode que afecta a bexiga gasosa deste peixe e que lhe dificulta a capacidade de nadar? E, por isso, de migrar, o que é fundamental para completar o seu ciclo de vida.
Na sequência de uma iniciativa do ICES (Conselho Internacional para a Exploração dos Mares), que declarou, em final dos anos 90, a enguia como uma espécie «fora dos limites biológicos de segurança», surgiu em 2007 o Regulamento (CE) 1100/2007, cujo objectivo principal é estabelecer medidas para a recuperação do stock da enguia europeia.
Cada estado-membro da União Europeia foi obrigado a elaborar um Plano de Gestão da Enguia (PGE) ao abrigo desse regulamento, o que pressupõe a implementação de medidas de recuperação para reduzir o estado crítico a que a espécie chegou. O Instituto de Oceanografia foi contactado pela Direcção-Geral de Pescas e Aquicultura (DGPA) para colaborar na elaboração do PGE de Portugal, no qual participaram Isabel Domingos e José Lino Costa.
Isabel Domingos e a equipa do Projecto Enguia Limpa, que coordenou, estudaram, durante a elaboração do PGE, o estado da enguia (contaminação por metais pesados e infecção pelo nemátode parasita) em vários sistemas salobros portugueses? A Ria de Aveiro, a Lagoa de Óbidos, o Tejo, Santo André e Mira. Concluíram que esta não era a principal ameaça para as enguias em Portugal.
A pesca ilegal de meixão (a enguia juvenil) foi identificada como um dos grandes problemas que o peixe enfrenta no nosso país. O grupo acompanhou acções da GNR em Escaroupim e Valada do Ribatejo? Duas vilas piscatórias na região do Tejo? E deparou-se com enormes redes que podem pescar vários quilos de meixão de uma só vez. É uma actividade ilegal rentável: «No princípio da safra, um quilo de meixão pode chegar aos 600 euros», explica Isabel Domingos.
O destino do meixão são aquiculturas em Espanha ou o mercado asiático (Japão, Coreia e China). Os europeus dividem-se entre o gosto pela prateada, grande (no Norte) e os que gostam da amarela (no Sul), como é o caso dos portugueses.
É difícil fiscalizar. Mas também é complicado lidar com o plano político. Faltam dados sobre a espécie em Portugal e «o PGE ainda não foi aprovado». O mal não é só nacional, no entanto. Mesmo que se trate de um regulamento comunitário, ainda há alguns países onde os PGE não foram aprovados.
E a falta de dados impede que se ponha em prática, de forma eficiente, certas exigências do regulamento. É preciso, por exemplo, «garantir a saída de 40% dos reprodutores que migrariam das nossas águas [a enguia vai para o mar, onde se reproduz, e depois regressa aos rios] numa situação sem constrangimentos para a espécie. Mas como não temos dados históricos, não sabemos quantos são esses 40%», queixa-se Isabel Domingos.
Quanto às enguias que aparecem nos pratos nacionais, já dão sinal da carestia. Quem conhece o petisco, certamente provou aquele ensopado de enguias magras: são da América do Norte. Mas também já as importamos de Marrocos. Sinais dos tempos.

Fonte: Sol online

março 06, 2011

Entre spininng, lampreia e redes...

O telemóvel hoje em dia facilita muito alguns apanhados do nosso quotidiano, este post é reflecto disso...
Deixo algumas fotos que captei durante estes dias...


Estas eram as amostras caseiras (feita pelos próprios), que há muitos anos se utilizava no "antigo" molhe sul...
Se resultavam? Sim, resultavam e de que maneira com exemplares de porte a cima da média... Outros tempos...

Hoje, na praia da Vagueira, enquanto tomava um café, vi o amaranhado de redes que o mar tinha. A quantas milhas deviam por lei estar as redes?! Peixa na borda, completamente sem escapatória...

Ali, quase em seco...

Ratoeiras mortiforas para as enguias...

Futuramente, o nosso alimento... "Tanques" prontinhos para encher de água, e colocar criação de peixe.

Sim senhor, estava divinal! Quando comi pela primeira vez, torci o nariz, hoje como com satisfação o arroz de lampreia... Um pitéu desde que bem amanhada.

março 05, 2011

Os meus locais de antigamente... por onde passei...

Deixo-vos aqui umas imagens das zonas que me viram crescer, algumas, ainda do meu tempo... Saudades!


Farol da Barra
Hoje, já não és assim... És pressionado pela urbanização...
Antiga lota de Aveiro canal das pirâmides
Foi aqui que tudo começou... há mais de 30 anos.
Ao fundo, do lado esquerdo, tirei os meus primeiros peixes (camarão bruxo) com uma canita de poço... Iscado com serradela.
Ponte de Praça em Aveiro
Praça Marquês de PombalHoje já não existe, mas ficava lá muito bem...
Um postal ilustrado do Forte da Barra...
Na foto de cima, o estacionamento de sempre. Em baixo à esquerda, a famosa ponte de pau que dava acesso à praia da Barra.
"Grande pesqueiro...!"
Antigo Jardim Odinôt
Hoje, totalmente remodelado... Um cartão de visita do concelho de Ílhavo.

Liceu José Estêvão.
Onde passei uma parte da minha adolescência...

Ponte de Pau da Vagueira
É bastante nítido dois fios presos aos varandins, com toda a certeza que estavam aos caranguejos com rabos de bacalhau... eu também de lá tirei muitos, assim como robalos à bóia com cabrinha...

Ponte de pau do Forte da Barra
Ainda consegui tirar dali de cima, uns robalitos...

À primeira vista parece hoje, mas, a paisagem mudou radicalmente...

Canal das pirâmides e a ponte de S. João

Ponte de praça
Aqui, é notório o sossego de antigamente

Ria de Aveiro, canal principal
Do lado esquerdo, os ainda transportes de passageiros para a Gafanha da Nazaré e praias... As famosas lanchas, e camionetas de carreira

Fonte: Arquivo digital: Aveiro em postais

fevereiro 26, 2011

Sete meses depois, voltei a colocar uma cana ao alto...


Valeu a pena esperar por este dia... Acompanhado pela minha esposa, combinamos dias antes em ela me acompanhar até à Galiza no meu "regresso" à pesca, e para ela apreciar aquele magnifico lugar... pelo qual sou um incondicional apaixonado.
Foi um momento aguardado com muita emoção e ansiedade... O destino foi estipulado mesmo à ultima da hora em conjunto com um Português... radicado à mais de 40 anos na Galiza e por umas coordenadas que me chegaram via sms por um amigo...
Partida cerca das 3:30h de sábado. A viagem correu calma, apesar de por vezes apanhar nevoeiro intenso. A chegada deu-se por volta das 7h, com alguns inconvenientes à mistura, visto que o GPS do telemóvel não funcionou. Uma chamada de recurso, resolveu o problema, a pessoa a quem liguei, passado pouco tempo, estava junto a nós, tendo-nos guiado até aos pesqueiros...
Uma água de fazer inveja, foi o que encontramos. Ele disse-me onde geralmente pescava, mas, fui de encontra os pesqueiros dele, e disse-lhe que gostava de um outro lugar que estava bem perto :-).
A Mara ficou no carro a "meditar" junto daquele soberbo lugar com uma paisagem mista de mar e serra.
Pegamos no material, e fizemo-nos ao caminho... Ele ficou de um lado de uma laje, e eu da outra.
- Estico a cana, ligo o estralho (Seguar 0,33) do anzol (Sasame Beak nº1) ao destroçedor que faz de terminal à bóia (peão calibrado de 50gr), e descasco um camarão ainda congelado. Lanço, e pouco tempo depois, sinto um arranque... Já estava nervoso de emoção por ter regressado, mas mais fiquei quando as cabeçadas começaram... A cana (Tica Buffalo 7m), aguentou bem as investidas mesmo com o drag do carreto (Daiwa Capricorn 4500) bem apertado. Depois, foi um pouco de paciência até o meter cá em cima, estava a pescar a uns bons 10m de altura, e tive alguma dificuldade, pois era já um peixe que ultrapassava bem o kg e a cana como é demasiado macia, não facilitou muito este trabalho. Por fim, já com ele na mão, e já com o amigo ao meu lado para a foto da praxe, pensei:
A cara não é a melhor, mas sou franco que estava muito nervoso...

- Dever cumprido... Um sargo bestial, num lugar bestial, com a companhia bestial da Mara... Que mais eu preciso?
Mas não, as poucas horas que sobravam para o preia-mar, patentearam-me mais seis belos encontros... E um para o amigo, que teimoso :-), demorou a vir para o meu lado.

Parabéns Pedro!
Parece sina, mas, ainda não encontrei um pesqueiro de bóia para o fazer na vazante... Enquanto sobe, temos todas as possibilidades de um peixe bom, mas quando a maré vira, não há mais nada a fazer, senão arrumar o material e virar as costas ao mar. Quem sabe um dia encontrá-lo-ei...
Cerca das 11h, demos por terminado a pesca. Fomos até à cidade os três, entramos numa loja de pesca... tomamos um café, conversamos um bocado, e despedimo-nos com um até breve...
Antes das 16h, já estávamos em casa. Cansados, mas muito felizes…

Para ti Mara, um beijo tenro com muito AMOR…E obrigado por teres partilhado este dia comigo da maneira que tanto gosto! Se não fosse pedir muito, quando queres repetir :-)?
Ao Pedro, os meus sinceros agradecimentos pela disponibilidade e cortesia da pela sua recepção! Sem esquecer o Carlos, da sua boa vontade em partilhar os seus conhecimentos sem quaisquer preconceito, o meu muito obrigado amigo!

Deixo algumas fotos, que sem dúvida alguma, mostram em como há coisas na vida que nos deixam muito felizes. Afirmo que hoje, eu fui um sortudo!


fevereiro 23, 2011

José Afonso, numa opinião de carretos para surf-casting...

O dia em que conheci o Zé! Na sua praia... Figueira da Foz, num encontro de um fórum de pesca...

O seu nome, dispensa quaisquer tipo de apresentações... Este é daqueles... que todos nós agradecemos a sua presença num qualquer lugar, e, se se falar de pesca, melhor ainda!
Evidente que este meu espaço, fica mais rico... mesmo que, tenha tirado o seu artigo de uma revista de pesca. E para compor melhor este artigo, nada melhor que juntar o seu vastíssimo currículo de competição....

Desde já Zé, o meu muito obrigado sempre pela tua disponibilidade!
Vai um abraço! 

Esta ficará nas minhas memórias: Até as tuas bifanas estavam o must...









Os carretos de Surf-Casting, dicas…


Os carretos de a utilizar devem ser carretos que não fiquem desequilibrados nas canas que possuímos e indicados para o surfcasting. Como características principais devem ter força, um bom enrolamento de fio na bobine e bobines largas para uma boa saída de fio.
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fevereiro 15, 2011

Cinco militares feridos em S. Jacinto quando foram colhidos por onda no Molhe Norte



Cinco militares ficaram feridos esta manhã, em São Jacinto, um dos quais com gravidade.
Os militares terão sido apanhados por uma onda e caíram do paredão, junto ao mar, para a zona de rochas. O soldado ferido com maior gravidade terá sofrido traumatismos vários.
Os militares do Regimento de Infantaria 10, tudo indica, "andavam a fazer ginástica junto ao paredão, ao final da manhã, quando uma onda mais forte os surpreendeu e arrastou para as pedras, de onde acabaram por sair pelos seus próprios meios", factos revelados por João Barbosa dos Bombeiros de Aveiro, em declarações à RR.
Os cinco militares sofreram escoriações e pequenos ferimentos e tiveram de receber tratamento no Hospital de Aveiro.
A costa a norte do Cabo Carvoeiro, que abrange o distrito de Aveiro, está hoje sob aviso laranja do Instituto de Meteorologia, o segundo mais grave da sua escala, devido à previsão de ondas de noroeste com cinco a seis metros de altura. A barra de Aveiro está fechada a embarcações com comprimento inferior a 35 metros.


Fonte: Rádio Terra Nova

fevereiro 08, 2011

«A Barra e os Portos da Ria de Aveiro» em exposição na cidade de Salamanca...

No próximo dia 11 de Fevereiro vai proceder-se, na Sala de Exposiciones de Santo Domingo de la Cruz, em Salamanca, à inauguração da exposição “A Barra e os Portos da Ria de Aveiro 1808 – 1932, no Arquivo Histórico da Administração do Porto de Aveiro”. 

A abertura está prevista para as 12:00 locais, contando com a presença de destacadas personalidades portuguesas e espanholas nos campos empresarial, governamental e cultural. A apresentação está a cargo do Prof. Doutor João Garcia. 




Patente até 13 de Março de 2011, a exposição comissariada por João Carlos Garcia e Inês Amorim (ambos professores da Faculdade de Letras do Porto), cumpre em Salamanca a nona etapa de um circuito de itinerância pela Península Ibérica. Após a inauguração, a 3 de Abril de 2008, em Aveiro, a exposição já esteve patente em Lisboa (Museu de Marinha), Coimbra (Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra), Figueira da Foz (Casino Figueira), Ovar, Estarreja, Madrid e Valladolid.


A organização cabe ao Porto de Aveiro, Comunidade Portuária de Aveiro, Porto da Figueira da Foz e Zaldesa, decorrendo sob o Alto Patrocínio do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (MOPTC), Ayuntamiento de Salamanca e Fundación Municipal SALAMANCA – Ciudad de Cultura. 


O prestígio já granjeado pela exposição levou a congregar instituições reputadas na lista dos “Partners Institucionais”: CyLog, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), e a Associação Industrial do Distrito de Aveiro (AIDA). 

O mesmo vale para o partenariado empresarial, com o Casino Figueira a apoiar a realização da exposição, depois de já o ter feito enquanto entidade anfitriã, em Outubro do ano passado. 





Originalmente integrada no programa comemorativo do Bicentenário da abertura da Barra de Aveiro (03.04.1808), é composta por documentos do Arquivo Histórico do Porto de Aveiro, empresa que, em boa hora decidiu libertar o seu património histórico-documental da clausura que o agrilhoava em inútil penumbra, fomentando-se o seu usufruto pela comunidade. 


A exposição é composta por quatro núcleos: - “I – A RIA DE AVEIRO”; “II – A BARRA DE AVEIRO”; “III – A NAVEGABILIDADE DA RIA DE AVEIRO”; “IV – AS MARINHAS DE SAL DA RIA DE AVEIRO”. 

“A documentação do Arquivo do Porto de Aveiro concentra as diferentes valências deste porto flúvio-marítimo” – afirma Inês Amorim, detalhando: “Por um lado, registos como mapas, cartas, projectos, desenhos e respectivas memórias, a escalas diferenciadas, numa quantidade e variedade imensurável, resultam das opções e procedimentos técnicos e interventivos no porto, na cidade e na Ria. Por outro, a documentação de carácter administrativo, que inclui as actas das sucessivas administrações, livros de receitas (fiscais) e de despesas, e os relatórios de actividades, cuja natureza evoluiu à medida que a legislação e os regulamentos o exigiam. Depois, a fotografia, pelo menos desde a década de 30, documenta obras e recursos, sítios de embarque e desembarque de materiais e mercadorias, ou, ainda, imagens aéreas da barra e porto. Finalmente, os objectos atestam técnicas empregues, quer no conhecimento das marés na Ria e na embocadura da barra, quer nas obras portuárias”. 

“É este conjunto, diversificado, que compõe o Arquivo da Administração do Porto de Aveiro”, acrescenta a reputada investigadora. “Se, a complementar Biblioteca, contém um acervo de obras impressas relativas a obras portuárias, nacionais e estrangeiras, justificadas pelos interesses das equipas técnicas e de engenharia, acrescentam-se muitas outras, sobre as actividades económicas e ambientais, gerais e locais, geradas e geradoras, das dinâmicas sócio-económicas”.

Fonte: Site Porto de Aveiro

fevereiro 06, 2011

Como é bom viver aqui...



Hoje, decidi com a Mara ir dar um passeio pela praia... Estava um final de manhã fenomenal!
Pediu-me ela:
- Vamos à Costa Nova ou à Barra?
- Podemos ficar pelo meio?
- Ok, tudo bem...
Assim foi, entramos num acesso diferente, bem abrigado do mar, onde a paisagem contratava entre arbustos e areia, com o mar que se encontrava muito perto.
Chegados lá, as imagens falam por si.
Foi maravilhoso, e soube-nos realmente muito bem...

Aqui sempre fui e hei-de continuar a ser feliz...
Resto de alguma coisa... de um barco
É um orgulho ter-te...
Um mar que não estava para brincadeiras... de enxios!
A sombra que nunca me mete medo... o teu "porto de abrigo"... 
Que vos parece? Uma faca? Uma tesoura? Não consegui descortinar
Meia dúzia de resistentes pescadores, numa cova muito boa... peixe? não sei.
A_uuummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
8 anos depois de ter deixado pescar, este paredão foi o culpado do meu regresso... obrigado!

janeiro 30, 2011

A visão dos peixes


Andar uma milha com sapatos de alguém, não é fácil. É mesmo muito difícil, se esse alguém pertence a uma espécie diferente. Precisamente, entender o ponto de vista, é o que o moderno pescador amador necessita para um bom dia de pesca.

No dia a dia de pesca internacional de competição, seja amigável ou formal, a diferença entre gabar-se das da sua captura, e regressar a casa de mãos vazias, pode ser tão simples como conhecer algo que os seus amigos pescadores não sabem, dispondo assim de uma vantagem.

Esta diferença de conhecimento pertencerá cada vez mais, a quem se identifique com o mundo sensorial do peixe, entendendo em termos básicos, o que o peixe faz, e porquê.

Não é tarefa fácil atingir aquele objetivo, porque é necessário abandonar conceitos bem instalados.

O primeiro conceito errado, é que os peixes sentem o seu mundo, como os humanos nadando debaixo de água.


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janeiro 26, 2011

Quatro paredes de mar…

 Esta é uma reportagem que não deixa ninguém que seja apaixonado pelo mar, indiferente.





Pescam polvos. Passam uma semana longe de casa e não ganham mais que o ordenado mínimo. Uns gostam de ser pescadores. Outros não.

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janeiro 25, 2011

ONDAS DE ENERGIA


Em Portugal, a produção energética no mar ainda não se impôs.
Mas no fundo pode satisfazer 20% do consumo.


HÁ MAR E MAR. Há ir e … aproveitar. Aproveitar a força das ondas, o vento que sopra sobre os oceanos e até as características de algas para produzir energia. EDP, Efacec, REN, Martifer ou Generg são algumas das empresas que querem tirar partido das potencialidades marítimas para pôr energia renovável a circular.

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janeiro 24, 2011

Nem o frio lhes tirou a vontade...

Eu como ando afastado destas coisas, nada melhor para ir enchendo este meu espaço com umas coisas boas... mesmo que a imagem não seja das melhores.
Enviado pelo meu caro amigo Humberto, numa noite que nem a mim me fazia sair de casa.

5Kg e 3,5kg respectivamente. A par destes, o colega dele tirou um 5,5kg. É motivo para dizer uma asneira: que lixe (com f...) o quentinho.
Tirados à bóia com camarão vivo.

Parabéns Humberto, também já merecias umas coisas boas pela tua (vossa) persistência...


janeiro 21, 2011

Farol de Aveiro



farol de Aveiro ou farol da Barra é o maior Farol de Portugal. Fica localizado na praia da Barra, cidade da Gafanha da Nazaré, concelho de Ílhavo, distrito de Aveiro.
Foi, à data da sua construção, o sexto maior do mundo em alvenaria de pedra, continuando a ser actualmente o segundo maior da Península Ibérica estando incluído nos 26 maiores do mundo.
É uma torre troncónica com faixas brancas e vermelhas e edifícios anexos.

Historia
Foi construído no século XIX, mais propriamente entre os anos de 1885 e 1883, tendo sofrido grandes reparações em 1929. Quem formulou o projecto foi o Eng. Paulo Benjamim Cabral, mas quem o concluiu foi o Eng. Maria de Melo e Mattos. Foi electrificado em1936 e ligado à rede de distribuição de energia em 1950.

Características
Portador do título de farol mais alto de Portugal, e 2º mais alto de Península Ibérica, ergue-se a 66 metros acima do nível do mar, com uma altura de 62 metros.
A fundação da torre é constituída por um maciço de betão de 6 metros de espessura e foi assente sobre estacas à altura das mais baixas águas. Nas alvenarias foram usados o grés vermelho de Eirol e alguns granitos.
O alcance luminoso actual, em condições normais de transparência atmosférica é de 23 milhas náuticas, cerca de 43 quilómetros.
A escadaria é composta por 271 degraus em pedra e em forma de caracol.

Curiosidades
Este empreendimento custou ao Estado Português a quantia de 51 contos (€ 255,00).

LocalizaçãoÍlhavo,  Portugal
Coordenadas40° 38′ N 8° 44′ W
Construção1885 a 1893
Inauguração1893
Automatização1990
Altura62 m
Altitude66 m
Óticalentes de Fresnel 5ª ordem
Alcance luminoso23 milhas náuticas
Lâmpada1.000 W
CaracterísticasFl (4) W 13s
№ nacional95
№ internacionalD-2056
№ da NGA113-3272[1]
№ da ARLHSPOR-101


Fonte: wikipedia
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