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Sete meses depois, voltei a colocar uma cana ao alto...

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Valeu a pena esperar por este dia... Acompanhado pela minha esposa, combinamos dias antes em ela me acompanhar até à Galiza no meu "regresso" à pesca, e para ela apreciar aquele magnifico lugar... pelo qual sou um incondicional apaixonado. Foi um momento aguardado com muita emoção e ansiedade... O destino foi estipulado mesmo à ultima da hora em conjunto com um Português... radicado à mais de 40 anos na Galiza e por umas coordenadas que me chegaram via sms por um amigo... Partida cerca das 3:30h de sábado. A viagem correu calma, apesar de por vezes apanhar nevoeiro intenso. A chegada deu-se por volta das 7h, com alguns inconvenientes à mistura, visto que o GPS do telemóvel não funcionou. Uma chamada de recurso, resolveu o problema, a pessoa a quem liguei, passado pouco tempo, estava junto a nós, tendo-nos guiado até aos pesqueiros... Uma água de fazer inveja, foi o que encontramos. Ele disse-me onde geralmente pescava, mas, fui de encontra os pesqueiros dele, e disse-lhe que go…

Mais uma recordação da Galiza...

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Este foi um dia de experiência em Corrubedo. Experimentar à noite com um mar de "senhoras" por aqueles pesqueiros. De Verão, sabe bem olhar assim o mar, mas quem gosta de peixe, tem que esperar pela noite ... Assim foi feito. Às primeiras horas da noite, tentou-se umas amostras em algumas praias. Dois belos robalos capturados ao corrico com os seus "pingalins", o António Simões, sobressaiu. Outros, tentaram a sorte ao fundo, mas, apenas uns tremeliques de umas sarguetas, era o que se sentia. Saíram ainda algumas  que foram devidamente devolvidas ao seu habitat. Uma paragem para confortar a barriga num restaurante das proximidades, e,voltamos à carga, mas sem resultados. Eu e o Rui, por volta da uma da manhã, fomos tentar uma bóia junto do Farol. Festival de bogas... e outros peixes que nem o nome sabia. Mais tarde, ferro um peso pesado (hehehehe), uma carga de trabalho para virar aquilo para cima. Sem saber o que era, e com muita dificuldade em o fazer "trepar…

Uma recordação...

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Decorria o ano de 2008, quando pela primeira vez, decidimos ir à Galiza à bóia. Um pouco às escuras, enverdamos por um pesqueiro nunca antes explorado por nós. Dei com o peixe assim que lá cheguei, mas foi sol de pouca dura... Só ao final do dia, é que voltei a sentir qualquer coisa mais. Nada de extraordinário, mas, para o efeito, foi muito bom. Na companhia do Humberto e do Telmo, deixo as fotos para confirmar o bom ambiente... e o local de sonho!





Vivemos num mundo realmente pequeno...

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Andava eu numa das viagens pelo Google Earth, quando me deparei com uma foto. Abri-a, primeiro em ponto pequeno, depois com zoom. Para meu espanto, estava lá a minha pessoa, o Humberto, e a cana do Telmo mais à direita. Esta tinha sido a nossa primeira vez em Corrubedo que fomos à bóia. Lembro-me que nesse dia, andavam uns escaladores de rochas, acredito que tenham sido eles.

Deixo a foto como confirmação, e o respectivo link

http://commondatastorage.googleapis.com/static.panoramio.com/photos/original/9874410.jpg

Os venenosos via telemóvel

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Como não pesco há já algum tempo, de vez enquando, chega-ma via telemóvel um pouco de veneno....

A banca de peixe do Santos!


















O Telmo com um "branquinho" tirado ao Spinning em terras de nuestros hermanos.

Alguns Momentos na Galiza

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Sargos da Galiza. Desta vez não participei....




















O Paulo com um...














Um momento sempre bonito, mesmo não sendo a imagem grande coisa.

Galiza, a primeira vez este Outono/Inverno...

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Finalmente a primeira viagem até à Galiza neste “Inverno”, sábado, dia 12 de Dezembro. A partida deu-se por volta das 4:30h da manhã. Uma viagem sem sobressaltos, apenas a ânsia de olhar e participar no bailado de lançamentos para aquela magnifica água…
A chegada deu-se por volta das 7:45h. Alguma indecisão inicial, pois éramos quatro, e tudo indicava que nos iríamos separar em dois grupos de dois cada. Mas acabamos por ficar todos no mesmo pesqueiro. A manhã estava fantástica, sem vento, como a pesca de bóia gosta, e uma cor de água para fazer raiva. Café de termo ainda quentinho, tomamos antes de iniciar a caminhada até ao local.
Chegados lá, ainda com a maré ainda um pouco baixa, depois de todos terem feito as suas montagens e esticado as respectivas canas, era hora de lançar; uma, duas, três, quatro bóias na água, com as mais diversas iscas (Caranguejo de Larga, Percebas, Mexilhão, Camarão etc.) a encher o anzol de cada um. Primeiros lançamentos, nada de toques. O mar começa a pux…

O dia que entrou nas minhas memórias...

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Como tenho andado arredado de umas pescarias, passa já os dois meses, mesmo que algumas fotos já sejam conhecidas, passados mais de dois anos, atrevi-me a postar aqui um pouco da minha primeira ida ao Corrubedo. Foi o dia que entrou, e nunca mais saiu... E tudo culpa da malta... OBRIGADO! Hoje, esta pesca deixamos de a fazer (fundo), descobrimos que a bóia faz mais moça... e não cansa tanto. São horas que valem todos os segundos que por lá se passa. Ficam algumas fotos para a história...




A primeira vez que coloquei os pés em Corrubebo...









A minha felicidade!










Os meus cinco da manhã











O maior do dia











Uma mostra de outro planeta!












Outra...













Até sempre Corrubedo, eu, adorei...












Frenético! E que gordos que eles eram... Não passei dos cinco.













O descanso dos guerreiros...

De novo a Galiza

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Uma vez mais e com os companheiros do costume (Telmo e Humberto), o nosso destino foi a Galiza.Com as previsões que o Windguru anunciava (mar a rondar os 2m, céu limpo e sem vento), tudo indicava um óptimo dia para nos dedicar aqueles belos Sargos.A saída deu-se por volta das 4 da manhã. A viagem foi tranquila. Chegamos ao pesqueiro que foi escolhido pelo caminho, passava das 7h já com o dia um pouco avançado para o desejado.Ferro dois belos sargos nos meus dois primeiros lançamentos, sabíamos que estávamos com as horas de maré muito no red line, foi um facto que se constatou, pois nos lançamentos seguintes, nada mais. A nossa insistência deu mais alguns frutos, 2 Sargos para o Humberto, e o meu melhor Sargo de sempre (1.500gr), mas este com uma olivete de 10gr a correr até ao anzol.Cerca das 11h resolvemos tentar outros locais, mas sem êxito.Eram horas de recarregar baterias. Depois disto, fomos tentar a sorte no início da enchente a outro pesqueiro. As condições deste não eram as me…