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A mostrar mensagens de Janeiro, 2011

A visão dos peixes

Andar uma milha com sapatos de alguém, não é fácil. É mesmo muito difícil, se esse alguém pertence a uma espécie diferente. Precisamente, entender o ponto de vista, é o que o moderno pescador amador necessita para um bom dia de pesca.
No dia a dia de pesca internacional de competição, seja amigável ou formal, a diferença entre gabar-se das da sua captura, e regressar a casa de mãos vazias, pode ser tão simples como conhecer algo que os seus amigos pescadores não sabem, dispondo assim de uma vantagem.
Esta diferença de conhecimento pertencerá cada vez mais, a quem se identifique com o mundo sensorial do peixe, entendendo em termos básicos, o que o peixe faz, e porquê.
Não é tarefa fácil atingir aquele objetivo, porque é necessário abandonar conceitos bem instalados.
O primeiro conceito errado, é que os peixes sentem o seu mundo, como os humanos nadando debaixo de água.


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Quatro paredes de mar…

Esta é uma reportagem que não deixa ninguém que seja apaixonado pelo mar, indiferente.




Pescam polvos. Passam uma semana longe de casa e não ganham mais que o ordenado mínimo. Uns gostam de ser pescadores. Outros não.
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ONDAS DE ENERGIA

Em Portugal, a produção energética no mar ainda não se impôs. Mas no fundo pode satisfazer 20% do consumo.

HÁ MAR E MAR. Há ir e … aproveitar. Aproveitar a força das ondas, o vento que sopra sobre os oceanos e até as características de algas para produzir energia. EDP, Efacec, REN, Martifer ou Generg são algumas das empresas que querem tirar partido das potencialidades marítimas para pôr energia renovável a circular.
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Nem o frio lhes tirou a vontade...

Eu como ando afastado destas coisas, nada melhor para ir enchendo este meu espaço com umas coisas boas... mesmo que a imagem não seja das melhores. Enviado pelo meu caro amigo Humberto, numa noite que nem a mim me fazia sair de casa.
5Kg e 3,5kg respectivamente. A par destes, o colega dele tirou um 5,5kg. É motivo para dizer uma asneira: que lixe (com f...) o quentinho. Tirados à bóia com camarão vivo.
Parabéns Humberto, também já merecias umas coisas boas pela tua (vossa) persistência...

Farol de Aveiro

farol de Aveiro ou farol da Barra é o maior Farol de Portugal. Fica localizado na praia da Barra, cidade da Gafanha da Nazaré, concelho de Ílhavo,distritodeAveiro. Foi, à data da sua construção, o sexto maior do mundo em alvenaria de pedra, continuando a ser actualmente o segundo maior da Península Ibérica estando incluído nos 26 maiores do mundo. É uma torre troncónica com faixas brancas e vermelhas e edifícios anexos.
Historia Foi construído no século XIX, mais propriamente entre os anos de 1885 e 1883, tendo sofrido grandes reparações em 1929. Quem formulou o projecto foi o Eng. Paulo Benjamim Cabral, mas quem o concluiu foi o Eng. Maria de Melo e Mattos. Foi electrificado em1936 e ligado à rede de distribuição de energia em 1950.
Características Portador do título de farol mais alto de Portugal, e 2º mais alto de Península Ibérica, ergue-se a 66 metros acima do nível do mar, com uma altura de 62 metros. A fundação da torre é constituída por um maciço de betão de 6 metros de espessura e…

Dead Zones

Continuando dentro do tema "Dead Zones", deixo-vos mais uma pequena informação visual... Embora curta, é elucidativa sobre o real problema que estamos exposto neste momento...


Projecto da reconfiguração da Barra do Porto de Aveiro

ESTUDO DE IMPACTE AMBIENTAL  RESUMO NÃO TÉCNICO Junho de 2009




Apresentação
O Resumo Não Técnico O presente documento constitui o Resumo Não Técnico do Estudo de Impacte Ambiental do Projecto de Execução da Reconfiguração da Barra do Porto de Aveiro.
O Resumo Não Técnico resume os aspectos mais importantes do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) e encontra-se escrito numa linguagem que se pretende acessível à generalidade dos potenciais interessados, de modo a que estes possam participar na designada “Consulta Pública” do EIA.

Para a obtenção de informações mais detalhadas poderá ser consultado o EIA completo (Relatório e respectivos Anexos) que estará disponível nas Câmaras Municipais de Aveiro e de Ílhavo, na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro e na Agência Portuguesa do Ambiente.
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CONCURSO DE PROLONGAMENTO DO MOLHE NORTE PODERÁ AVANÇAR ATÉ MARÇO

José Luís Cacho acredita que o prolongamento do molhe norte poderá avançar para concurso no primeiro trimestre deste ano. O administrador do Porto de Aveiro reconhece que este projecto tem merecido trabalho de equipa com o Ministério do Ambiente pela delicadeza da intervenção que significa o prolongamento do molhe em 200 metros. Ao que tudo indica, a solução final poderá estar próxima. “Estamos em fase final de trabalho com o Ministério do Ambiente. Acredito que haja condições para, no primeiro trimestre, lançar o concurso da obra. Sem essa obra todos os investimentos que temos não serão viabilizados. Essa obra permite melhorar a capacidade do porto em termos de navios, em termos de segurança marítima e acesso a novas cargas. Continuar a crescer depende desse projecto e se o porto não crescer não será viável”, alerta José Luís Cacho em declarações à margem do encontro com militantes do PS numa tertúlia sobre o Porto de Aveiro.


Fonte: Rádio Terranova



“The changing Sea” – marés em mudança

Atracados no Pacífico Norte, uma equipa de cientistas, prepara-se para a pesca da lula… Mas não se trata de uma lula qualquer…é uma lula mensageira das modificações. Uma lula voraz, que está a assolar a costa canadiana.
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Mais uma recordação da Galiza...

Este foi um dia de experiência em Corrubedo. Experimentar à noite com um mar de "senhoras" por aqueles pesqueiros. De Verão, sabe bem olhar assim o mar, mas quem gosta de peixe, tem que esperar pela noite ... Assim foi feito. Às primeiras horas da noite, tentou-se umas amostras em algumas praias. Dois belos robalos capturados ao corrico com os seus "pingalins", o António Simões, sobressaiu. Outros, tentaram a sorte ao fundo, mas, apenas uns tremeliques de umas sarguetas, era o que se sentia. Saíram ainda algumas  que foram devidamente devolvidas ao seu habitat. Uma paragem para confortar a barriga num restaurante das proximidades, e,voltamos à carga, mas sem resultados. Eu e o Rui, por volta da uma da manhã, fomos tentar uma bóia junto do Farol. Festival de bogas... e outros peixes que nem o nome sabia. Mais tarde, ferro um peso pesado (hehehehe), uma carga de trabalho para virar aquilo para cima. Sem saber o que era, e com muita dificuldade em o fazer "trepar…

Forte da Barra e a sua agonia...

Retirado também de um mail, dou-vos a mostrar o que se pode encontrar no local dos meus acessos ao pesqueiro do triângulo, molhe norte, entre outros... Algo raro e de muita beleza, mas num estado muito avançado de degradação. E os culpados são quem...? Isto faz parte do património estatal, onde a entidade que o gere(???), dá pelo nome de APA. Uma musiquinha num outro género de ficheiro ficava aqui bem, mas assim, todos podem observar da maneira que melhor entenderem. Ficam as fotos, umas, belas! Outras, deploráveis... Mais à frente, compreenderão porquê.

Por falar em Dead Zones...

E por falar em Dead Zones... leia-se esta noticia que data de 2008:
Oceano sem Oxigénio é ameaça que vem do Sul Biólogos prevêem que a perda da biodiversidade e a morte dos ecossistemas no trópico possam afastar as espécies migratórias; por cá, o pescado capturado caiu 25% em nove anos e o atum está a escassearO arquipélago da Madeira vai sofrer as consequências da diminuição de oxigénio nos oceanos. O biólogo madeirense Domingos Abreu prognostica a diminuição da biodiversidade e o afastamento de espécies migratórias como o atum. Estas são as repercussões que se podem sentir ao longo dos próximos anos, embora a evolução da última década revele sinais de algum esgotamento dos recursos marinhos: as quantidades de pescado diminuíram 25% em nove anos.Para ver artigo completo, clique em "ler mais"

Uma recordação...

Decorria o ano de 2008, quando pela primeira vez, decidimos ir à Galiza à bóia. Um pouco às escuras, enverdamos por um pesqueiro nunca antes explorado por nós. Dei com o peixe assim que lá cheguei, mas foi sol de pouca dura... Só ao final do dia, é que voltei a sentir qualquer coisa mais. Nada de extraordinário, mas, para o efeito, foi muito bom. Na companhia do Humberto e do Telmo, deixo as fotos para confirmar o bom ambiente... e o local de sonho!