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Uma curta viagem pelos meus locais de pesca 4

Considerando estas fotos “3 em 1”, a primeira é para termos a noção do comprimento (possivelmente faltarão mais uns metros para o lado esquerdo) de pesqueiro que encontramos no Molhe Norte, isto sem contar com o esporão propriamente dito. As outras duas demonstram melhor a realidade (local, condições, etc.). O que praticar? Corrico com chumbo e bóia de água, chumbadinha, bóia, pesca com amostras e fundo (esta em com condições muito especiais, visto que a corrente tanto a encher como a vazar são sempre fortes, salvo a excepção das marés quebradas, por isso, a melhor altura é sempre a paragem de marés). À bóia na pesca ao Robalo (é feita durante todo o ano), esta deve ser feita preferencialmente durante a noite. Pontos de maré melhor, paragens de água sobre o preia-mar, ou então nas marés quebradas mas sempre a encher. Esqueçam qualquer assento, ali, é para andar. Um local onde quando menos se espera, exemplares grandes, podem deliciar-nos com momentos únicos. Quanto às profundidades, estas dependem um pouco daquilo que procuramos, tanto se pode tirar peixe a 3/4m, como a 12/13m.A isca: Caranguejo Pilado vivo, Camarão vivo e Lingueirão vivo (Enguia da Areia). Sargos à bóia: Melhor altura, mais ou menos a partir do inicio de Julho até Outubro/Novembro. Esta sim, uma pesca de relaxe, paradinhos (devemos ter sempre a particularidade de apanhar jeitos de água mais ou menos parada) e bem junto das pedras da margem. A isca mais usada, Serradela e a Teagem. Como ir? Pelo lado do Forte (Lt – 40°38'40.55"N // Lgt - 8°43'59.19"W), e atravessar no barco do Sr. Porfirio.

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