junho 26, 2009

As minhas canas

Da esquerda para a direita:
Tica Taurus 6m – Na minha opinião, estamos perante de uma das melhores propostas que o mercado tem no momento. É uma cana muito confortável em acção de pesca, muito leve e com uma “pega” fina, logo, podemos estar umas horas seguidas com ela na mão sem que o cansaço seja notório. A acção de ponteira é progressiva, ou seja, vai dobrando consoante a necessidade. Uma cana que quando sujeita a esforço, esta não se nega, podendo até muitas das vezes surpreender os mais descuidados.
Banax Top Power 6m - Esta é e será a minha cana de sempre. Foi a minha primeira aquisição, mas também o é, porque dá um enorme gozo pescar com ela. Com um peixe de tamanho considerável, a adrenalina é muito alta, sente-se todas as investidas dele por causa da sua acção de ponteira, esta é parabólica o que ajuda muito na luta com o mesmo. Na ferragem é imbatível comparando-a com outras, esta é muito rápida. Não é uma cana para exageros, mas pode muito bem levantar um peixe a rondar os 2kg. Para terminar, gostaria de salientar a sua concepção, envergonha muitas canas de top. Tenho esta cana desde 2005 e não lhe dando um tratamento devido, fiz uma comparação com uma outra cana (com menos de dois anos) argolada com passadores de uma marca “conceituada”, esta, os passadores têm muita ferrugem, ao contrário da minha que não se consegue vislumbrar qualquer pontinha dela.
Tica Buffalo 7m - Adquiri esta cana para facilitar a pesca em pesqueiros tipo molhe norte (cabeça), na qual o seu peso (cerca de 530gr) teve um papel preponderante comparando-a com a maioria das canas de 7m, esta é muito mais leve.Pescar com uma cana de 7m, acho que o conceito “pesca/lazer” está quase posto de parte. A sua utilização é quase virada para o “forte e feio”, no entanto, se estiver a sentir-se peixe num determinado lugar onde as dificuldades de pedras elevadas para a frente forem uma constante, aqui as canas de 7m fazem uma diferença considerável.Quanto à minha cana, quase que não a utilizo hoje. Um dia levei-a comigo, e a partir daí, nunca mais a estiquei. Foi num dia de vento em que o meu ombro quase cedeu de vez. Levei algum tempo a recuperar, e que ainda hoje não se encontra a 100%.

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