Quinta-feira, com o bichinho a morder, eu e o Rui, lá fomos na expectativa de sentir algum mais teimoso que restasse da véspera... Mas o resultado, não passou de dois peixes ferrados (um para cada um), e nenhum cá fora... O meu, soltara-se, o dele (que lindo não seria este!), a linha (0,37) que andou a zurrar pelas pedras, não aguentou! Por este motivo, gradamos, mas trouxemos a sensação nas mãos de os ter sentido por momentos.Ontem à noite, e para terminar este ciclo de idas à pesca, resolvi ir fazer o preia-mar, visto que a corrente não dava de maneira alguma para pescar senão sobre a paragem da maré.
Sabia que três amigos iam lá estar, mas eu resolvi atravessar só às 2 da manhã. Na verdade, foi o melhor que fiz, a corrente ainda não fazia aquele jeito que se gosta... tive que esperar durante algum tempo para que a maré começasse a dar mostras de abrandamento.
O resultado, empate técnico com o amigo Humberto: dois para ele, e dois para mim. Sem saber reais pesos à hora que escrevo este post, quase que garanto que dois destes peixes, não andam muito longe do maior do post anterior. Ficam as fotos, apesar da sua qualidade não ser
a melhor.
Comentários
Quando vierem aí umas marés que deêm para pescar mais umas horitas .....combina-mos uma pesquinha
Abraços
Bruno, não vale a pena andares tanto, pelos vistos aí para baixo tem sido um fartote. Isto que me aconteceu, foi uma raridade, depois de dezenas de tentativas!
Abraços