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A força da natureza

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Ontem, enquanto a tempestade de vento decorria, consegui captar alguma imagens em locais, onde por norma a acalmia é notória. Estrada da Costa Nova Uma vista para o molhe sul na Barra. O Triângulo evadido pela água Dentro da ria, o corço de água, era bem notório em pequenas vagas. Uma das estradas de acesso para Aveiro cortada.

Os venenosos via telemóvel

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Como não pesco há já algum tempo, de vez enquando, chega-ma via telemóvel um pouco de veneno.... A banca de peixe do Santos! O Telmo com um "branquinho" tirado ao Spinning em terras de nuestros hermanos.

Alguns Momentos na Galiza

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Sargos da Galiza. Desta vez não participei.... O Paulo com um... Um momento sempre bonito, mesmo não sendo a imagem grande coisa.

Pensamentos de um pescador...

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Com a falta de relatos, vou preenchendo o meu espaço com algo que me diz muito... a escrita da Mara. Deixo aqui um trecho que ela me dedicou... Do livro: Abre a porta e leva-me... pelos refúgios de uma Veneza de Portugal. Quando estou a pescar, sinto uma serenidade enigmática. Por vezes, sinto um bichinho nervoso a pulsar dentro de mim. Porque pescar, para mim é um prazer, uma mistura de adrenalina e uma placidez silenciosa. Uma quietude, que me permite evocar o meu íntimo. Nesses momentos, a vida passa-me à frente dos olhos, como uma película de um filme. O filme da minha vida… Percorro estradas, entro num beco sem saída, perco-me em labirintos, sinto-me só. Vejo-me num barco, onde os remos se perderam e eu estou ali, à espera de um salvamento desta angústia que me afoga. Mas num dia, a princesa encantada desperta de um sono profundo e procura-me. Venço as minhas batalhas e vou ao seu encontro. O sol aquece, o dia nasce, a luz tonifica o céu, a paixão amadurece, e a Vida t...

Por um mundo melhor... Para todos, votos de um excelente 2010

Galiza, a primeira vez este Outono/Inverno...

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Finalmente a primeira viagem até à Galiza neste “Inverno”, sábado, dia 12 de Dezembro. A partida deu-se por volt a das 4:30h da manhã. Uma viagem sem sobressaltos, apenas a ânsia de olhar e participar no bailado de lançamentos para aquela magnifica água… A chegada deu-se por volta das 7:45h. Alguma indecisão inicial, pois éramos quatro, e tudo indicava que nos iríamos separar em dois grupos de dois cada. Mas acabamos por ficar todos no mesmo pesqueiro. A manhã estava fantástica, sem vento, como a pesca de bóia gosta, e uma cor de água para fazer raiva. Café de termo ainda quentinho, tomamos antes de iniciar a caminhada até ao local. Chegados lá, ainda com a maré ainda um pouco baixa, depois de todos terem feito as suas montagens e esticado as respectivas canas, era hora de lançar; uma, duas, três, quatro bóias na água, com as mais diversas iscas (Caranguejo de Larga, Percebas, Mexilhão, Camarão etc.) a encher o anzol de cada um. Primeiros lançamentos, nada de toques. O mar começa a p...

O dia que entrou nas minhas memórias...

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Como tenho andado arredado de umas pescarias, passa já os dois meses, mesmo que algumas fotos já sejam conhecidas, passados mais de dois anos, atrevi-me a postar aqui um pouco da minha primeira ida ao Corrubedo. Foi o dia que entrou, e nunca mais saiu... E tudo culpa da malta... OBRIGADO! Hoje, esta pesca deixamos de a fazer (fundo), descobrimos que a bóia faz mais moça... e não cansa tanto. São horas que valem todos os segundos que por lá se passa. Ficam algumas fotos para a história... A primeira vez que coloquei os pés em Corrubebo... A minha felicidade! Os meus cinco da manhã O maior do dia Uma mostra de outro planeta! Outra... Até sempre Corrubedo, eu, adorei... Frenético! E que gordos que eles eram... Não passei dos cinco. O descanso dos guerreiros...