janeiro 30, 2011

A visão dos peixes


Andar uma milha com sapatos de alguém, não é fácil. É mesmo muito difícil, se esse alguém pertence a uma espécie diferente. Precisamente, entender o ponto de vista, é o que o moderno pescador amador necessita para um bom dia de pesca.

No dia a dia de pesca internacional de competição, seja amigável ou formal, a diferença entre gabar-se das da sua captura, e regressar a casa de mãos vazias, pode ser tão simples como conhecer algo que os seus amigos pescadores não sabem, dispondo assim de uma vantagem.

Esta diferença de conhecimento pertencerá cada vez mais, a quem se identifique com o mundo sensorial do peixe, entendendo em termos básicos, o que o peixe faz, e porquê.

Não é tarefa fácil atingir aquele objetivo, porque é necessário abandonar conceitos bem instalados.

O primeiro conceito errado, é que os peixes sentem o seu mundo, como os humanos nadando debaixo de água.


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Desde há muito tempo que os pescadores estabelecem uma certa semelhança entre o mundo sensório do peixe e do homem.
Os peixes são vertebrados (animais com esqueleto) partilhando também com o homem o desenho geral do sistema nervoso.
No entanto há diferenças consideráveis na forma como reunimos e processamos a informação sensorial.
Para explicar os sentidos dos peixes. em termos humanos, comparando que ambos vêm, cheiram e ouvem, não é só completamente errado, mas também uma tarefa perdida.

O segundo conceito errado, é que um peixe é um peixe, igual a outro peixe, É verdade que um peixe tem sempre algumas características iguais a outro peixe, mas há muitas outras particularidades que distinguem uma espécie de outra. Muitas destas diferenças são geneticamente fixas, e descritas taxonomicamente. Quanto maior a distancia taxonómica entre duas espécies, maior a diferença de caraterísticas físicas entre elas. Haverá então, provavelmente, mais diferenças reais entre um marlin e um mako, do que as que existem entre um gato e uma vaca.
Não podemos simplesmente considerar todos os peixes como um conjunto, e pensar nele como um só indivíduo.
nada disso é mais verdadeiro do que na área dos sentidos dos peixes.
Tomemos como exemplo o sentido da visão. Os olhos dos peixes, como os do homem, foram desenvolvidos de acordo com o plano básico dos vertebrados. A luz entra por uma órbita redonda, primeiro através de uma camada chamada córnea, e depois através de uma abertura ajustável, a pupila. A partir daqui a luz é focada por intermédio de lentes transparentes, no fundo interior do olho. Cobrindo este espaço existe uma camada de fotorecetores especializados, bastonetes e cones - equipados para absorver luz e converte-la em impulsos nervosos. Uma vez convertida, o impulso nervoso é enviado ao cérebro através do nervo ótico.
Dos dois tipos de recetores, os bastonetes são mais sensíveis, e são os fotorecetores dominantes na visão nocturna. Contudo, os bastonetes não podem detetar a cor, são pouco sensíveis  à profundidade da visão, deteção de movimento, contraste, e focagem pormenorizada (acuidade visual).
Virtualmente todos os vertebrados têm cones, e vulgarmente mais que um tipo.
As células tipo cone, dominam a visão diurna, e são responsáveis pela maior parte dos atributos que associamos aquele tipo de visão. Devido à sua fraca sensibilidade, os cones têm pouca influência na visão noturna.
Apesar de todos os peixes partilharem o mesmo desenho básico do olho, a maior parte das semelhanças não vão mais longe, porque aquilo que um animal vê, depende sobretudo do tipo foto-recetores presentes (bastonetes e cones) as suas concentrações relativas, e como estão dispostos no plano retinal.
Na verdade, a analogia do plano é boa, porque ajuda a imaginar a retina como folha fina com limites demarcados.
Existe uma infinita variedade de formas, na disposição dos elementos que compõem a retina, mesmo no pouco espaço disponível.
A estratégia seguida pelo animal na construção retinal, determina em larga medida, a sua capacidade visual.
Nenhum animal domina inteiramente o mundo dos sentidos visuais.
A visão a cores é um exemplo perfeito.
Nós humanos temos visão a cores, é claro. É um dos nossos pontos fortes. Vemos cores porque a nossa retina dispõe de três tipos diferentes de cones: vermelho, verde e azul - denominados assim devido à sua sensibilidade a cada comprimento de onda daquelas cores.
Abrangendo aqueles três pigmentos, os nossos olhos detetam uma faixa do espectro visível com comprimento de onda entre 400-700 NM) e por isso se domina a faixa completa do nosso espectro visual, so violeta ao vermelho.
De facto as ondas de energia luminosa de comprimentos maiores (infravermelho) e mais curtos (ultravioleta) encontram-se fora do nosso espectro visível.
Os pigmentos contidos nas nossas células visuais (cones) são insensíveis aqueles comprimentos de onda, impedindo a sua percepção.
A maior parte dos peixes é sensível à cor, mas não da mesma maneira que os humanos.
Também, nem todos os peixes reconhecem a mesma faixa espectral.


Especto de luz visível para algumas espécies se peixes




O espectro de luz visível mostra a faixa de sensibilidade à luz, de algumas espécies de peixe. Se existem duas ou mais células cónicas, o animal tem capacidade de ver a cor
A truta castanha tem aproximadamente a mesma capacidade que o homem em distinguir as cores. Enquanto o achigã tem pouca capacidade de ver o azul e o violeta. A visão da carpa abrange uma larga faixa espectral, incluindo incluindo a capacidade de ver o ultravioleta. Em contraste o marlin listrado, tem a sua visão estreitamente focada na zona central azul-verde.


Visão humana
Visão do achigã à superfície em plena luz do sol

Visão do achigã a 9 pés de prof. com algas
Visão do achigã a 6 pés de prof. com água escura



A cor da amostra depende de quem a vê, e onde é vista. As fotos A e B mostram seis amostras de cores diferentes, como são vistas respectivamente, pelo homem em plena luz do sol, e pelo achigã em água clara, e também em plena luz do sol. Quando se inclui o efeito colorido filtrado pela água e seus depósitos flutuantes, a faixa de cores das amostras que o achigã pode ver, diminui bastante, respectivamente se nada mais fundo, ou se move em águas com grande quantidade quantidade de matérias em suspensão.

Alguns grupos como a truta, têm três tipos de células cónicas, como as nossas próprias, (vermelho, verde e azul), dispondo assim de uma razoável semelhança de espectro visual, embora com diferentes sensibilidades relativas para cada uma.
Muitos outros peixes como o achigã, perca, crappie, zander, bluegills, walleys, só têm dois cones de pigmentos: vermelho e verde. Isto é o suficiente para ver cor, mas os investigadores sugerem que estes peixes vêm muito pouco azul, e nenhum violeta. Para eles, qualquer coisa para lá do verde-azul no espectro visual, torna-se rapidamente preto, (ausência de luz) ou qualquer forma de sombra cinzenta.
Como o achigã, ou outro tipo de peixe semelhante, com menos células cónicas do que o homem, existem outros que dispõem de mais. A carpa, por exemplo, tem três tipos de cones: vermelho, verde, azul e um quarto tipo de cone, para detecção da luz ultravioleta.
Os humanos não vêm ultravioleta, não tendo assim qualquer ideia do que a carpa vê nesta faixa do espectro. A visão da carpa nesta zona azul, e para lá dela, é completamente desconhecida do género humano.
Também há peixes com espectros de visão muito estreitos, sendo um deles o marlin listrado.
Esta espécie de três células cónicas, mas todas são sensíveis apenas na faixa azul-verde do espectro.
O marlin listrado vê um não vermelho.
Da mesma forma também não vê o ultravioleta, o que é estranho, porque quando excitado, o billfish produz brilhantes listas azuis ao longo das "costas". Estes flashes brilhantes, bem dentro da zona ultravioleta, fazem o marlin curiosamente cego para a sua própria cor corporal.
Ainda mais estranho, algumas das suas presas preferidas, como por exemplo iacks e cavalas, vêem o ultravioleta. Portanto as presas aparentam ver melhor o marlin, do que este a si próprio.
Mas há mais células cónicas do que a reação à cor.
Os cones têm uma ação fundamental na acuidade visual , ou focagem fina (definição).
A acuidade visual, é vulgarmente medida em termos de Ângulo Mínimo de Resolução (MRA-Mininum Resolution Angle) o que significa o mínimo ângulo formado entre o olho e dois pontos distantes, reconhecidos como separados.
Quanto mais pequeno o MRA, maior é a definição da visão.
A média humana de visão 20/20, corresponde a um MRA de 1.0 minuto grau de circunferência.
Alguns animais (ex. raptors) têm mesmo valores mais baixos., e consequentemente visão com maior definição, mas não existe nenhum peixe, estudado até agora que tenha valores de MRA tão baixos.
Mesmo o atum e o billfish, com os valores mais altos de acuidade visual entre os peixes, são trê a quatro vezes menos capazes, no aspeto de acuidade visual, do que o homem. Outras espécies, como a truta e a carpa, são ainda piores.
Espécies diferentes, têm capacidades visuais diferentes, devido em grande parte à densindade dos cones na retina. Como a alta densidade de elementos sensores numa câmara digital, proporcionam imagens claras, e de grande definição, também a alta concentração de cones se traduz geralmente em imagem de grande definição retinal.
De certa forma, o homem tem uma vantagem extra, porque utiliza uma pequena área especializada da retina para focar luz, chamada fovea centralis, sem bastonetes, contendo apenas cones. A densidade de cones na fovea centralis é de 180.000/200.000 células/mm², um valor incrível.
A densidade de cones no resto da retina é muito mais baixo.
Devido a este arranjo especial, o homem vê muito bem, com grande definição, a área frontal, aquela em que normalmente se foca a sua atenção. A visão periférica, bem ao contrário, é muito apurada.
Como se referiu, a retina dos peixes não dispõe de alta densidade de células sensíveis típicas da nossa fovea centratis; na maior parte dos casos, densidades entre 6.000/10.000 células/mm², ou aproximadamente 5-10% da capacidade humana.
Para afinar a visão em áreas específicas, alguns peixes aproximam-se do desenho humano, sendo esta aproximação, na maior parte dos casos, muito modesta. A diferenciação das áreas de visão, é muito baixa, o que o peixe vê numa área, tende igualar-se ao que vê em outra. A carpa, por exemplo, tem os campos de visão muito semelhantes.
Contudo, em outras espécies, a área tende a igualar-se ao que vê em outra. A carpa, por exemplo, tem os campos de visão muito semelhantes.
Contudo em outras espécies, a área especial de visãofrontal, pode ser mais apurada.
Os peixes predadores, têm normalmente regiões retinais especializadas em focar as presas. No achigã, a porção de retina destinada à visão em frente, tem três vezes mais cones do que as áreas destinadas à visão lateral e traseira. Por isso o achigã tem a sua melhor visão em frente, moderada na focagem lateral, e comparativamente pobre nas áreas traseiras. Como predador activo, o achigã usa a sua visão lateral para procurar alimentação em largas áreas no seu meio natural. Quando uma presa é reconhecida, o peixe reduz a área de visão, situando-se de frente para a presa, colocando o alvo na sua melhor área de visão, imediatamente antes do ataque.
Além da cor e definição, o peixe tem também variações na sua aptidão de detetar movimento.
De facto, de todos os fatores por detrás da variação do desenho visual entre os peixes, a deteção de movimento deve ser a mais importante de todas, especialmente no aspeto de captura de alimento.
Enquanto os peixes que procuram a sua alimentação no fundo, sentem-se à vontade com alimento imóvel, ou com pouco movimento, os predadores ativos necessitam de detetar movimento para reconhecerem uma presa como como tal. Por outras palavras, os predadores necessitam de detetar um objeto em movimento, para o associar mentalmente com a presa em potencial. Na sua forma de perceção a comida move-se. Se não houver movimento, o objeto passa a ser considerado como fazendo parte do ambiente inanimado.
A deteção do movimento é vulgarmente expressa em termos de Fusão Crítica da Frequência de Cintilação (Flicker Fusion Frequency ou CCF).
O valor de CCF nos animais é avaliado por intermédio de uma luz cintilante, de frequência crescente. Conforme a frequência do estado de luz apagada/acesa (cintilação) aumenta, o animal acaba por detetar apenas um ponto luminoso sem estado variável (Single steady state). A frequência a que o animal passa a detectar a condição de apenas um ponto luminoso é o valor do CCF para aquele indivíduo em particular.
Os cientistas acreditam que quanto mais elevado o valor do CCF, maior é a capacidade do animal detetar movimento.
O CCF humano situa-se tipicamente entre 50/60 ciclos segundo.
O CCF dos peixes que se alimentam no fundo pode ser muito mais baixo, enquanto que os predadores se aproxima mais dos valores humanos.
O valor do CCF não é constante, varia conforme a temperatura do corpo. Isto não é especial para espécies de sangue quente como os mamíferos, que mantêm a temperaturas relativamente elevadas no corpo.
No entanto, para espécies de sangue frio como os peixes, a subida ou descida das temperaturas no corpo, significam diferentes capacidades de detetar movimento. Mais, conforme a água aquece ou arrefece no Verão e Inverno, ou o peixe se desloca para águas mais profundas e frias, a sua capacidade de deteção de movimento vai sofrendo alterações. Este efeito de arrefecimento afeta o predador e também as presas;
A natureza neste aspeto não beneficia predadores nem presas. Exceto, é claro, em relação aos peixes com capacidade de elevar a temperatura da cabeça.
Alguns predadores oceânicos, como por exemplo os tunídeos, tubarões, e espadartes, têm a propriedade particular de manter os seus corpos a uma temperatura mais alta do que o ambiente. O espadarte, tem mesmo um órgão que tem a função especial de aquecer o cérebro e os seus grandes olhos. Este desenho único, permite ao espadarte manter as funções do cérebro e da visão razoavelmente constantes, apesar das diferenças de temperatura ambiente, incluindo a capacidade de deteção de movimento, o que constitui uma grande vantagem para este peixe.
Estudos anteriores demonstraram que o espadarte caça vulgarmente a profundidades de algumas centenas de metros, zonas em que a água é sempre fria. usando o seu órgão especial de aquecimento do cérebro, este peixe tem clara vantagem na deteção do movimento sobre os seus parentes de cérebro frio.
O espadarte consegue detetar movimento das suas presas muito antes destas o verem.
Pesquisadores Australianos demonstram agora, que a retina do espadarte a cem metros de profundidade, mantém valores de CCF doze vezes maiores, que retinas não aquecidas. Mesmo a trezentos metros de profundidade, à qual normalmente o espadarte circula, aqueles valores mantêm-se sete vezes maiores do que para retinas não aquecidas.
Existem, muitos outros aspectos da visão do peixe, por exemplo a visão nocturna, que varia consideravelmente entre os peixes. O ponto importante é que os sentidos do peixe são variáveis.
Se pretende compreender o mundo de sensações dos peixes, é necessário reconhecer aquelas diferenças.
Mas porque é que este conhecimento pode levar a entender uma perspetiva melhor? Porque, num sentido lato, pode eliminar os factos sem importância, concentrando-se naqueles que importam realmente.






Comparação da acuidade visual
A acuidade visual, ou resolução, varia consideravelmente entre os peixes (e outros animais). A acuidade visual pode ser medida pelo menor ângulo de separação entre dois pontos luminosos, ou mínimo ângulo formado entre o olho e dois pontos distantes, reconhecidos como separados (MRA). Quanto mais pequeno o valor MRA, maior acuidade visual.
A visão humana tem maior resolução do que qualquer peixe analisado até agora.
Contudo, o marlin e atum, ultrapassam alguns mamíferos.






Amostras diversas
As amostras são projetadas vulgarmente mais para o visual humano do que para os peixes.
A foto A mostra três amostras como são vistas pelo olho humano, e a foto B mostra as mesmas amostras como são vistas pelo achigã, uma espécie de peixe com aproximadamente 10% da acuidade visual do ser humano.
Com a sua comparativamente indistinta visão, a maior parte dos peixes é incapaz de distinguir detalhes finos.


Por fim, a pesca desportiva remete-nos sempre para questões relacionadas com o peixe. Arremessando iscos com a esperança de provocar um toque, é pouco mais do que um jogo de sutileza e probabilidade, com o peixe a ter sempre a última palavra.
Mas isto não quer dizer que tenha de jogar com os olhos vendados. As reações do peixe não são aleatórias. Mais do que isso, ele não pode simplesmente desenvolver novos comportamentos com o tempo. O condicionamento físico do peixe, é determinante do tipo das suas reações, assim, o conhecimento das atitudes do peixe, pode levar-nos a antecipar com mais exatidão o seu comportamento real.
Desta forma, se escolheu tornar-se um estudioso dos sentidos do peixe, posso indicar três simples regras para aplicar melhor técnica científica à pesca, especialmente na modalidade de engodo/isca:

  1. Mantenha os seus sentidos numa expectativa realística. Todo o peixe é limitado pelas possibilidades dos seus sentidos coletivos. Não pode ir além das suas possibilidades, nem possui poderes místicos. Mantenha-se sempre nos limites da inovação.
  2. Jogue com as características das áreas sensitivas mais fortes do peixe, nunca com os seus sentidos mais fracos. O peixe produz sempre respostas mais fortes, nas áreas de maior sensibilidade. Aprenda ao que a sua espécie favorita reage melhor. Desta forma pode escolher as melhores soluções.
  3. Tente ver as coisas do ponto de vista, "aparentemente" simples do peixe. Ao contrário dos humanos, o peixe não possui a complexidade neural das emoções, portanto o seu comportamento não sofre esta influência. As suas respostas são sempre a um nível básico. Se o peixe vê uma cor particular, é porque esta cor tem uma aplicação prática, na sua existência diária, e não porque ela gosta da cor pela natureza emocional, ou por ser uma cor da sua predileção. O peixe simplesmente não pensa assim.
Por fim, o Objetivo é sempre encontrar uma relação com o peixe. destaque sempre assuntos mais importantes, minimize os com menor relevância, e você estará na frente do jogo.


Efeitos da Temperatura na deteção de movimento
Diminuindo os níveis de luminosidade com a profundidade, diminui a aptidão de todos os peixes para detetar movimento, Contudo, os olhos "aquecidos" do espadarte mantêm-se muito sensíveis ao movimento do que os normais (não aquecidos), mesmo em profundidades de 500 metros. As vantagens deste tipo de capacidade visual é enorme.

Por:Dr. Keith Jones

Fonte: Ver aqui

6 Comentários:

gaucho disse...

Exelente articulo a ver si lo consigo en castellano para mis compañeros en España
Un abrazo

Pedro Galante disse...

Gracias por el mensaje Gaucho!
Siempre se puede tener una herramienta de traducción en línea, y es propietario de más
enderezar el texto en sus propias palabras.

Un saludo aquí Aveiro

Pedro Franco disse...

Boa noite, Pedro Galante
Parabéns pelo blog pois está muito bom.
Tens excelentes relatos de pescarias, e com muitas dicas de como se pesca ai pelas bandas de Aveiro.
Um dia destes ainda ai vou fazer uma pescaria com um camarada meu de tropa que por curiosidade também mora ai na Gafanha da Nazaré, o nome não me recordo mas o apelido é Lopes(para os camaradas Caracol), o nome é-te familiar?
Certamente vou visitar com frequência este teu «Cantinho»
Abraços e saudações piscatórias

Anónimo disse...

Agora sim o seu blog encontrou o caminho certo do que eu pretendo ler e ver num blog de pesca. Talvez porque é um homem novo e vai envelhecendo, a sua maturidade e reflexão das coisas sobre a pesca também esteja a mudar , e isso é muito bom.
Parabéns pelo artigo, se bem que devia ressalvar e corrija-me se estiver errado a fonte de informação de onde extraiu este artigo. O direito de autor deve ser respeitado.


Cumprimentos
Joaquim Bonifácio

Capt Rusty Hook disse...

molto molto y ancora molto
interessante

complimenti

Pedro Galante disse...

Ao Pedro Franco:
Agradeço o seu comentário e visita... Quanto à pessoa que me fala, não conheço.
Ando afastado há já alguns meses da pesca, mas, tudo indica que o regresso estará para breve, vamos ver...

Abraço

Pedro Galante
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Caro Joaquim, obrigado pela sua visita e comentário.
8 meses passaram desde que fui a ultima vez à pesca. Este género de informação que vou passando, deve-se ao facto de não conseguir relatos de pesca meus pelo motivo descrito em cima. É evidente que é uma mais valia para as pessoas que tentam andar sempre em cima de coisas importantes, e aqui, a água e o planeta, devem ser ressalvados, é o que estou a tentar fazer sempre que tenho disponibilidade.. Em relação à sua observação, tem toda a razão, foi algo que me passou na altura, o qual, já corrigi!
Obrigado!

Abraço

Pedro Galante
___________________________________
Capt Rusty Hook:
Grazie per la visita. E 'con grande piacere che ho letto commenti di persone di altre culture ...

Saluti

Pedro

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